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1º Encontro da Saúde com a Tecnologia acontecerá dia 09/11

Acontecerá no dia 09 de novembro o 1º Encontro da Saúde com a Tecnologia!

O 1º Encontro da Saúde com a Tecnologia, a ser realizado no dia 09 de novembro de 2017, visa a estimular a criação de projetos de pesquisa transdisciplinares entre as áreas de tecnologia (engenharias e computação) e da saúde (medicina e biologia). Para tal, contará com pesquisares vinculados à diversos programas de pós-graduação, como a Pós-Graduação em Computação, a Pós-graduação em Engenharia Elétrica e Telecomunicações, a Pós-graduação em Neurociências, o Mestrado profissional em Diversidade e Inclusão e o Programa de Pós-Graduação em Ciências Cardiovasculares da Universidade Federal Fluminense.

Data: 09/11/2017, quinta-feira
Horário: 09h00 às 13h00
Local: Auditório da Escola de Engenharia da UFF (Sala 330)

Programação preliminar:

9:00 – Boas vindas – Prof. Ricardo Carrano, coordenador do Núcleo de Estudos de Tecnologias Avançadas.
Abertura (9:10 – 9:40)
Considerações do Prof. Célio Vinícius Neves de Albuquerque, Coordenador da Pós-Graduação do Instituto de Computação.
Considerações do Prof. José Carlos Trugilho, Diretor da Faculdade de Medicina.
Considerações do Prof. Fábio Barboza Passos, Diretor da Escola de Engenharia.
Considerações do Prof. Antônio Cláudio Nóbrega, Vice-Reitor da Universidade Federal Fluminense
Apresentação de Projetos (9:40 – 10:20)
9:40 – Projeto Telessaúde – Profa. Yolanda Boechat, Coordenadora do CRASI-HUAP e Profa. Natália Castro Fernandes, Coordenadora técnica do Telessaúde.
10:00 – Projeto REACH – Prof. João Marcos Meirelles, Chefe do Departamento de Engenharia de Telecomunicações e Prof. Flávio Seixas, Pesquisador do Laboratório MídiaCom.
Intervalo (10:20 – 10:30)
Palestras (10:30 – 13:00)
10:30 – Onde a tecnologia pode ajudar a saúde? Prof. Alberto Esteves Gemal, Vice-Coordenador do Curso de Graduação em Medicina.
10:45 – Aplicações de deep leaning para na área de saúde. Profa. Cristina Nader Vasconcelos, Instituto de Computação.
11:00 – Novos desafios tecnológicos para a clínica geral – Prof. Luis Otávio Mocarzel, Departamento de Medicina Clínica.
11:15 – Aplicações de Sistemas Inteligentes em saúde: Estado da Arte e Possibilidades para a UFF – Dr. Alexandre Pinto Alves da Silva, Diretor da área de Sistemas Inteligentes do Global Research Center da GE e Pesquisador visitante do PPGEET.
11:30 – Machine learning para a saúde – Prof. Vitor Hugo Ferreira, Coordenador do FRIENDS Lab.
11:45 – Aplicações de realidade virtual e realidade aumentada na área de saúde. Prof. Esteban Clua, Coordenador do MediaLab.
12:00 – Desafios da tecnologia cognitiva aplicada à saúde - Prof. Rodrigo Monteiro, Coordenador do AddLabs.
12:15 – Novos desafios tecnológicos para a cardiologia – Prof. Claudio Tinoco Mesquita, Coordenador da Pós-Graduação em Ciências Cardiovasculares da UFF.
12:30 – Sistemas de apoio ao diagnóstico para doenças do envelhecimento. Profa. Débora Cristina Muchaluat-Saade, Coordenadora do Laboratório MídiaCom.
12:45 – O papel das neurociências no desenvolvimento de tecnologias para aprendizagem. Prof. Manuel Gustavo Leitão Ribeiro, Pós-graduação em Neurociências, Instituto de Biologia.
13:00 – Encerramento - Considerações finais do Prof. Antônio Cláudio Nóbrega, Vice-Reitor da Universidade Federal Fluminense.

Para se inscrever, clique aqui!

I Simpósio de Tecnologias Nucleares será realizado dia 04 de Setembro

O I Simpósio de Tecnologias Nucleares, que será realizado no dia 04 de setembro, na Escola de Guerra Naval (EGN) - Av. Pasteur, 480 - Urca - Rio de Janeiro (RJ), está sendo organizado pela Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, em conjunto com a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados e a Associação Brasileira para o Desenvolvimento das Atividades Nucleares (ABDAN).

O evento tem por objetivo a identificação e a discussão de temas relacionados à pesquisa, o desenvolvimento e o emprego de tecnologias nas diversas atividades nucleares, bem como a difusão de informações sobre o uso da energia nuclear como geradora de benefícios para a sociedade. Para tanto, o evento contará com a seguinte agenda:

08:15 - 08:50 - Credenciamento
09:00 - 09:30 - Abertura
09:40 - 10:55 - Painel 1 - Ciclo do Combustível
10:55 - 11:15 - Coffee break
11:15 - 12:30 - Painel 2 - Tecnologias Nucleares
12:40 - 13:55 - Brunch (Biblioteca da EGN)
14:00 - 15:20 - Painel 3 - Reatores Modulares I
15:20 - 15:40 - Coffee break
15:40 - 16:55 - Painel 4 - Reatores Modulares II
17:00 - 17:15 - Encerramento

Para maiores informações e a realização da inscrição disponibilizamos o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Para que sua inscrição seja efetuada, é solicitado encaminhar, preferencialmente até o dia 29/AGO, as seguintes informações:

Instituição
Área de atuação
Nome completo
Nome para crachá
Posto/Graduação (militar) ou Enquadramento Funcional (civil)
RG
E-mail

A programação detalhada pode ser encontrada neste link.

Fonte: Marinha do Brasil

Entrevista com o Prof. Ricardo Carrano - Coordenador do NETAv

Em agosto, o professor Ricardo Carrano, do departamento de Engenharia de Telecomunicações, assumiu a coordenação do Núcleo de Estudos de Tecnologias Avançadas, o NETAv. Um dos principais projetos do Núcleo é o Telessaúde, que visa a viabilizar assistência médica de alta qualidade à população das regiões ribeirinhas da Amazônia. O projeto inova ao incluir a tecnologia de holografia para propiciar apoio ao diagnóstico, orientação e supervisão à distância e em tempo real, suprindo a necessidade de interação de ações de profissionais de saúde em regiões remotas com especialistas da Universidade localizados em Niterói.

Confira a bem humorada entrevista concedida ao NME por esses professores, em sua volta à Escola de Engenharia da UFF:

Poderia falar um pouco do Núcleo de Estudos de Tecnologias Avançadas?

O NETAv (Núcleo de Estudos de Tecnologias Avançadas) surgiu há, mais ou menos, quatro anos, junto com o Escritório da Marinha (Núcleo do Escritório de Ciência, Tecnologia e Inovação para a Marinha do Brasil junto à Universidade Federal Fluminense – NuEscCTI-MB/UFF), aqui, na Escola de Engenharia. E ele surgiu, justamente, para facilitar esse relacionamento da UFF - mais especificamente, da Escola de Engenharia - com o Escritório da Marinha. Então, a missão original era fazer essa ponte. Havia os projetos de interesse da Marinha e o NETAv identificava aqui, dentro da Escola, ou até fora, quem eram os professores e alunos que podiam levar adiante aquele projeto. E, também a UFF, nesse modelo, podia apresentar algum projeto para a Marinha. São doze projetos já executados nessa parceria, que está num processo de renovação – o acordo, quando ele é celebrado, ele tem um tempo de duração, que terminou agora, em março último. Então, um novo (acordo) já está em fase de assinatura pelas autoridades da Marinha e Reitoria da UFF. Havendo esse novo acordo, continuará essa nossa parceria com a Marinha, nesse espírito de buscar projetos de interesse da Marinha que a gente pode resolver com nosso “capital humano”, vamos dizer assim.

Você já fazia parte da equipe do NETAv? Como foi a recepção da Equipe?

Eu faço parte do NETAv há pouco tempo, há uns seis ou sete meses, mais ou menos, e fui muito bem recepcionado. Pra mim, é uma alegria danada, por que eu vim aqui trabalhar com professores que foram meus professores, inclusive. Eu fui aluno, estudei aqui na UFF - Engenharia de Telecomunicações - e sou professor desse departamento, então, é bacana você ter colegas que foram seus professores. É um negócio interessante e diferente, né? O professor que coordenava antes, o professor Dal Bello, se aposentou, então, fui convidado pelos outros professores (integrantes do Núcleo), que formam um conselho aqui do NETAv, e fiquei, poxa, muito feliz. Assim que eu vim, fui muito bem recebido. Realmente, é um prazer trabalhar aqui com essa equipe!

Quais as visões que você possui para o Núcleo?

Ampliar o escopo de atuação. O NETAv tá, originalmente, muito identificado com a Marinha, mas nós estamos ampliando o escopo de nossa atuação. Primeiro, com as outras forças – por exemplo, nós temos já um projeto em parceria com o Hospital Central do Exército. Mas, além das forças, buscar outras fontes de financiamento, das mais variadas, pra gente conseguir trazer recursos pra Universidade.

Em primeiro lugar, os órgãos de financiamento tradicionais – BNDES, FINEP, CAPES, CNPQ – e, em segundo, financiamento de iniciativa privada. Nós estamos fazendo um processo de aproximação com a iniciativa privada para apresentar as capacidades que a gente tem aqui dentro da Universidade e, com isso, fazer com que elas sejam reconhecidas. A gente tem muitas iniciativas individuais dos professores daqui que já têm um relacionamento muito bom com empresas. O que eu acho que a gente pode fazer a mais é fazer isso de uma forma mais institucional, com grupos maiores para a gente poder participar, inclusive, de projetos maiores.

Eu percebo que muita gente não sabe, muitas vezes, o que está acontecendo no laboratório ao lado. Às vezes, eu trabalho aqui em determinada linha de pesquisa e tem um outro laboratório que faz um trabalho que seria complementar ou até tenha uma sobreposição do que é feito nesse laboratório, mas a gente não se conhece muito bem. A Universidade não conhece muito bem a própria universidade. A UFF é muito grande – eu mesmo me surpreendo, quando a gente vai a um local novo e conhece projetos novos que a gente nem sabia que existiam, realmente, devido ao tamanho da Instituição. É uma coisa realmente incrível.

Então, ampliando o escopo para as outras forças, para os outros órgãos de fomento, buscando editais... às vezes, num edital você precisa reunir uma equipe grande e transdisciplinar ou multidisciplinar; isso é uma coisa que eu acho chave hoje em dia: a gente tem que buscar a multidisciplinaridade, porque é assim que a gente vai fazer projetos que tenham impacto maior e que tragam financiamentos mais vultuosos. A nossa visão é voltada para esse aspecto, é para isso que a gente está caminhando, pra conseguir estabelecer essa ponte entre os órgãos de financiamento públicos e privados e os laboratórios aqui da Escola, além de um maior engajamento da Escola de Engenharia em particular, mas da UFF como um todo, entre os projetos. Muitos projetos requerem que a gente vá buscar parceiros.

O Telessaúde, por exemplo, só existe, porque fomos buscar uma parceria com a Faculdade de Medicina, o Hospital Antônio Pedro, e a Engenharia entra com a expertise técnica para viabilizar uma solução de Telessaúde. Esse projeto, aliás, está se expandindo; o próprio Reitor manifestou interesse de estendê-lo para o hospital de Oriximiná, que é administrado pela UFF, no Pará. Estudantes de Medicina e outras áreas vão para lá. Muitas vezes, a população de lá vai ser atendida por estudantes daqui da UFF. Aí, nesse caso, o projeto Telessaúde cai como uma luva para a gente apoiar os alunos, ou residentes, ou médicos recém formados que vão lá e que precisam de uma consultoria, de alguém para orientar.

Além disso, ele também se encaixa muito bem com outras necessidades. Por exemplo, estamos o levando para o Hospital Central do Exército um consultório virtual, semelhante ao situado no Centro de Saúde Holográfico, localizado no Campus do Mequinho. Eles querem ver isso funcionando. Então, como vai ser? Vai ter um paciente lá no HCE e vão haver médicos da UFF e do Exército aqui no Mequinho para fazer um atendimento remoto. Uma vez que esse modelo esteja ajustado, essa ideia vai ser levada aos pelotões de fronteira. Existem 25 pelotões de fronteira na região norte que ficam em locais naturalmente remotos e, muitas vezes, o atendimento médico é feito por um enfermeiro ou médico de pouca experiência que, evidentemente, não tem acesso a todas as especialidades, pois a medicina hoje é muito multiespecializada. Esse modelo visa a levar os consultórios virtuais aos pelotões de fronteira e construir um Centro de Saúde (Holográfico) no próprio HCE. Dessa forma, os profissionais poderão ser assessorados pelos médicos do HCE, que possui todas as especialidades.

Esse projeto tem muitos desdobramentos, a gente consegue visualizar essa mesma ideia sendo usada na base brasileira na Antártida etc. É um projeto muito importante, a partir do qual a gente vê muitos desdobramentos. Estamos trabalhando nesses desdobramentos agora e buscando fontes de financiamento. É um projeto que possui uma importância muito grande para a Amazônia, por razões evidentes, então, a gente quer levar esse projeto pra lá, principalmente.

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